AROMAS DA MINHA TERRA
Passeio aromático na Villa Maria
DIA INTERNACIONAL DOS MONUMENTOS E SÍTIOS

Pampilhosa (Mealhada)
19 abril 2019 | 14h30 – 16h30

 

Com a explosão de aromas e cores que a primavera nos proporciona, vamos percorrer a ECO Quinta Villa Maria no coração da Vila da Pampilhosa.
Um local cheio de História e Histórias que vai de certeza deliciar os participantes.

 

PROGRAMA

=> Percurso pedestre com identificação de diversas plantas silvestres.

Percorrendo os vários locais da Villa, cada um deles com identidades paisagísticas diferentes, partiremos numa descoberta de aromas e sabores.

=> Visita a alguns espaços da quinta com história ligada à população local.

A Villa Maria conta com um património de elevada importância, possui no seu interior um celeiro, agora em ruína, um aqueduto que levava e ainda leva água para a população, uma mina e levada de água, poço antigo, taques e espaços concebidos para evocar a época do romantismo.

=> Degustação de infusões da Villa + folar cozido em forno a lenha (Tea Break).

 

Com uma variedade grande de plantas aromáticas e medicinais que a Villa Maria possui, iremos degustar infusões e provar folar feito por mãos experientes de quem sabe.

 

PREÇO (IVA Incluído)
Adultos: 8€
Crianças até 6 anos: gratuito
Crianças dos 7 aos 11 anos: 5€

As Inscrições são obrigatórias e limitadas.
Prazo limite de pagamento, 14 de abril.

 

INCLUÍDO
– Seguros de Acidentes Pessoais e de Responsabilidade Civil
– Tea Break

 

CONSELHOS:
– Levar água para beber, a Villa não tem água potável.
– Calçado apropriado ao campo (sugestão: botas de água).
– O espaço não possui WC convencional.

 

INFORMAÇÕES
www.livingplace.pt
geral@livingplace.pt
961 750 028

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Esta atividade insere-se no:
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DIA INTERNACIONAL DOS MONUMENTOS E SÍTIOS 2019
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cujo tema deste ano enquadra o PATRIMÓNIO E PAISAGEM RURAL.

A Direcção-Geral do Património Cultural (DGPC), em colaboração com o ICOMOS Portugal, impulsiona a divulgação deste tema com a finalidade de promover o entendimento das zonas rurais enquanto paisagem, e da paisagem enquanto património, estimulando a perceção de territórios em permanente mutação, que acumulam os saberes e as práticas decorrentes de uma vivência continuada, em constante adaptação aos imperativos ambientais, culturais, sociais, políticos e económicos.

 

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