Comemoração do Dia da Floresta Autóctone
10 dezembro 2017 | 14H – 16H
Villa Maria – Turismo de Natureza na Pampilhosa

 

Vamos comemorar o Dia da Floresta Autóctone de uma forma lúdica, divertida e educacional no meio da natureza.

PROGRAMA
– Passeio pelo Louriçal com interpretação das espécies autóctones existentes no local.
– Peddy-paper na Villa sobre a floresta autóctone (inclui alguns jogos tradicionais nas tarefas)
– Plantação de árvores Autóctones por parte dos participantes.
– Degustação de licores com sabores portugueses, por Licores Maria Gomes
– Villa Market (com alguns produtos das nossas árvores autóctones)

 

PREÇOS
• 6€ por adulto
• 2 adultos = 10€
• Crianças dos 8 aos 12 anos = 3€
• Grátis para crianças até aos 7 anos.


INCLUÍDO
Seguro de Acidentes Pessoais e de Responsabilidade Civil, pequena lembrança.

 

INSCRIÇÕES
Enviar email (geral@livingplace.pt) com Nome, Contribuinte e Data de Nascimento.
A inscrição só é válida após comprovativo de pagamento.

 

 

O QUE É UMA FLORESTA AUTÓCTONE?

É uma floresta de árvores originárias do próprio território. Neste caso, a floresta autóctone portuguesa, é toda a floresta formada por árvores originárias do nosso país, como é o caso dos carvalhos, dos medronheiros, dos castanheiros, dos loureiros, das azinheiras, dos azereiros, dos sobreiros, etc.


Porque devemos dar importância às florestas autóctones?

 

1. As florestas autóctones estão mais adaptadas às condições do solo e do clima do território, por isso são mais resistentes a pragas, doenças, longos períodos de seca ou de chuva intensa, em comparação com espécies introduzidas;


2. Ajudam a manter a fertilidade do espaço rural, o equilíbrio biológico das paisagens e a diversidade dos recursos genéticos;


3. As florestas autóctones fazem parte do nosso ecossistema. São importantes lugares de refúgio e reprodução para um grande número de espécies animais autóctones, muitas delas também em vias de extinção;


4. As florestas autóctones exercem um importante papel na regulação e melhoria do clima, bem como no sequestro de carbono da atmosfera contribuindo para a redução do efeito estufa;


5. Regulam o ciclo hidrológico e a qualidade da água, formam solo e servem ainda de matéria-prima a produtos fundamentais na vida quotidiana;


6. As florestas autóctones, embora de crescimento mais lento, quando bem desenvolvidas, são normalmente mais resistentes e resilientes aos incêndios florestais.


Este aspecto, aliado ao fato destas espécies possuírem períodos de exploração mais longos, permitem o cumprimento dos objectivos de retenção de carbono previstos no protocolo de Quioto.
(informação retirada do site: http://www.florestacomum.org/)

 

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